Terça-feira, 30 de Agosto de 2016

Azul – Infinito

Olhando o azul do infinito

Dou de caras com um raio de sol,

Que aproximando-se me abraçou

E fez-me sentir ‘pequenito’.

 

Aquecido e valorizado

Inspirei fundo a liberdade num rol,

Que entrando em mim se tornou

Num sentimento estranho de pecado.

 

Voando por entre as núvens brancas

Esbracejando no meio do azul – celeste,

Percorri lugares, cidades e campos

E vi gentes, indivíduos e pessoas tantas.

 

Viajar na mente ou na imensidão

Saltitar em ideias, qual campeão equestre,

Dá-nos perspectivas em pensamentos tantos

Alerta-nos a consciência e abre-nos o coração.

 

                                                                                                                                    ‘Azul – Infinito

                                                                                                                                    2002 Rbobson


publicado por Jv às 22:57
link do post | comentar | favorito
 O que é? |

Setembro 2016

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30


O Grande silêncio...

rbobson@sapo.pt

Tags Silenciosas...

todas as tags

Falou e disse...

Silêncios arquivados

Visitantes Silenciados...

Pesquisa neste silêncio

 

links Silenciosos

subscrever feeds