Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

O valor da amizade...

... mas afinal, qual é o verdadeiro valor da amizade?

Desde quando um teclado poderá aproximar, ou valorizar uma amizade?

Hoje decidi gastar um pouco de tempo a escrever sobre isto, de forma a que nos faça pensar, reflectir e até a ponderar palavras, acções e atitudes!

Desde quando uma opção, poderá terminar com uma amizade? É sinónimo de que nunca o foi.

Desde quando uma mudança, uma desigualdade, poderá terminar com uma amizade verdadeira?

Amigos, eu pessoalmente, tenho poucos. E recentemente, ainda com menos fiquei. Tudo porque à minha volta estavam pessoas que eu cheguei a pensar que seria minhas amigas, mas no fundo não o eram. E a melhor prova é que me esqueceram, fingem que não me conhecem e de preferência até evitam falar comigo, com medo de represálias, ou de contaminação. Porquê? Porque eu ousei mudar. Porque eu tive a coragem de seguir a verdade e a minha consciência. Porque achei que era tempo de parar de me enganar e de fingir que estava tudo bem.

E o que fazem? Mantendo a mentira, o esquema e o medo (medo? Meu Deus! Medo do quê???), ignoram-nos, deixam de nos falar e até eliminam-nos do Hi5 ou do Messenger... mas a nossa passagem pela vida deles, nunca poderão eliminar.

Amigos tenho poucos. Sempre tive poucos. São pessoas que me tratam por um nome diferente, de forma diferente e com algo diferente.

Tenho amigos que posso estar 1 ano sem os ver, mas quando nos abraçamos, o sentimento é reavivado, o poder da união é fortalecido e aquele laço - a amizade - torna-se cada vez mais inquebrável. É uma lista quase impenetrável e muito selecta. Já saíram mais pessoas de lá, do que as que entraram,  numa vida inteira de 28 anos (até agora).

Conhecidos, tenho às centenas. Uns melhores que outros, mas é uma lista muito orgânica e muito móvel, que está sempre em actualização.

Escrevo isto, pois sei que vão ler. E vai doer nos seus corações (isto se o medo de represálias, não os abafar antes...), mas é a verdade... a verdade que liberta!

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publicado por Jv às 16:23
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1 comentário:
De Zaka a 11 de Setembro de 2007 às 18:53
Pois é João.
As pessoas mudam, a vida muda e depois existem convergências e divergências!
Penso que quando existe mesmo amizade, é possível haverem brigas, desavenças e continuarmos amigos. Penso que podemos mudar de país, podemos mudar de opiniões, que os outros continuam a ser nossos amigos.
Mas também penso que as amizades são como uma planta. Têm que ser alimentadas, regadas, acarinhadas.
Sei que não sou a melhor pessoa. Sei que por vezes desligo-me. Entro demais no meu trabalho e alienada do resto do mundo. Mas quando me chamam, é certo que ajudo! Posso é falhar por nem sempre detectar os sinais mais subtis!

Beijo João! E temos que nos encontrar, não que a árvore esteja a secar, mas sim porque me apetece fazer uma festinha nas suas folhas verdinhas!


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